O Brasil terá duas representantes na final do Codificadas 2026: Luiza Dal Mas Pasini e Bárbara Dapper, estudantes de Ciência de Dados e Inteligência Artificial da PUCRS. As gaúchas disputarão a etapa decisiva da competição organizada pela Tata Consultancy Services, a TCS, depois de uma edição que reuniu 12.000 participantes de 20 países. Com o tema "A Geração IA", o torneio chega à segunda edição e levará as finalistas a Lima, no Peru, entre 3 e 5 de outubro de 2026, para uma prova de programação de quatro horas. A classificação coloca o resultado brasileiro dentro de uma disputa latino-americana de grande escala, e não em uma pauta isolada sobre carreira. A confirmação das estudantes ajuda a entender quem chega à decisão, como ela será realizada e o que está em jogo.
Da PUCRS à decisão em Lima
A presença brasileira na final está diretamente ligada à formação acadêmica das duas competidoras. Luiza Dal Mas Pasini e Bárbara Dapper cursam Ciência de Dados e Inteligência Artificial na PUCRS, informação que situa a participação das estudantes em uma área relacionada ao próprio tema desta edição. Ciência de Dados envolve o trabalho com dados, enquanto Inteligência Artificial, ou IA, designa as técnicas usadas para criar sistemas capazes de executar tarefas associadas à análise e à tomada de decisões. Nesse caso, os nomes da universidade e dos cursos aparecem associados à vaga brasileira na fase decisiva, sem que a competição seja reduzida a uma simples apresentação institucional.
A classificação também define um próximo compromisso concreto: a final será presencial em Lima, no Peru, entre 3 e 5 de outubro de 2026. A etapa não será apenas uma cerimônia de encerramento, porque as participantes realizarão uma prova de programação de quatro horas. Entre as finalistas confirmadas está ainda a mexicana Karol Quinto, estudante da Universidad Veracruzana, o que mostra que a decisão reunirá participantes de diferentes países da região. A disputa brasileira, portanto, será acompanhada por uma final internacional, cuja agenda combina encontro presencial e avaliação técnica, preparando o terreno para a dimensão competitiva da prova.
Uma competição latino-americana em escala ampla
O número de inscritas dá a medida da edição que Luiza e Bárbara terão pela frente. O Codificadas 2026 reuniu 12.000 participantes de 20 países em sua segunda edição, uma base que inclui diferentes níveis e origens dentro da programação para mulheres. O tema escolhido foi "A Geração IA", e o contexto consolidado da competição informa que ferramentas avançadas de inteligência artificial foram integradas aos desafios técnicos. Assim, a edição combina um assunto diretamente ligado à transformação das ferramentas de programação com uma seleção realizada em escala latino-americana. A presença das brasileiras ganha esse contorno antes mesmo de a prova final começar.
Essa dimensão também aparece na forma como o programa organiza suas participantes. O portal oficial do Codificadas divide a competição em categorias de nível, incluindo ProCoder, UniCoder e JrCoder, e informa que a iniciativa busca incentivar o ingresso e a permanência de mulheres no setor de tecnologia. A proposta inclui suporte ao desenvolvimento de carreira em parceria com a TCS, o que coloca a competição entre uma prova técnica e uma plataforma de formação profissional. A existência de categorias distintas permite que a disputa reúna participantes em diferentes etapas de experiência, enquanto o foco declarado mantém as mulheres no centro da iniciativa, conectando o formato à decisão que acontecerá no Peru.
O que será decidido na prova de quatro horas
O formato da final concentra a avaliação em uma tarefa de programação com duração de quatro horas. As fontes não detalham quais linguagens, problemas ou critérios de correção serão usados, mas confirmam que a etapa técnica definirá a vencedora da competição. O resultado receberá o título de "Top Coder" da América Latina, expressão adotada pelo Codificadas para identificar a competidora que alcançar o primeiro lugar na decisão. Para as representantes brasileiras, isso significa que a classificação obtida até aqui será seguida por uma prova presencial, com tempo determinado e uma disputa direta pelo reconhecimento regional.
A prova final também mantém relação com o tema desta segunda edição. O Codificadas 2026 foi apresentado como uma competição com o mote "A Geração IA", e o contexto da pauta informa que ferramentas avançadas de inteligência artificial integram seus desafios técnicos. Inteligência Artificial, nesse uso, aparece como parte dos recursos e dos problemas propostos pela organização, não apenas como uma palavra no título do evento. A conexão entre o tema e a etapa de quatro horas dá à decisão uma característica específica: as finalistas serão avaliadas em uma competição de programação que coloca a IA no centro da edição, antes da definição da Top Coder regional.
O título vem acompanhado de oportunidades
A decisão em Lima terá consequências que ultrapassam o anúncio do nome vencedor. Segundo as informações sobre a competição, as vencedoras poderão receber oportunidades profissionais, estágios e projetos acadêmicos junto à TCS. Outra fonte também destaca a oferta de prêmios monetários e networking profissional para participantes dos 20 países da região. Networking, aqui, significa a construção de contatos ligados à vida profissional, enquanto os projetos acadêmicos aproximam a competição de atividades de estudo e pesquisa. Esses elementos ajudam a explicar por que o Codificadas foi apresentado como uma plataforma de talentos em tecnologia, conectando a prova realizada em um dia específico a possibilidades posteriores dentro da TCS.
O desenho do programa reforça essa conexão entre desempenho e continuidade. O portal oficial afirma que o Codificadas incentiva o ingresso e a permanência de mulheres no setor de tecnologia, oferecendo suporte para o desenvolvimento de carreira em parceria com a TCS. A competição também mantém categorias de nível, como ProCoder, UniCoder e JrCoder, em vez de apresentar a programação como uma atividade reservada a um único perfil de participante. Para Luiza e Bárbara, a final reúne a representação brasileira, a prova técnica e o acesso às oportunidades descritas pela organização. Para as demais finalistas, a mesma estrutura transforma a etapa de Lima em uma disputa por título e por possibilidades profissionais e acadêmicas.
O próximo marco é a final de outubro
O calendário já estabelece o próximo passo: entre 3 e 5 de outubro de 2026, Luiza Dal Mas Pasini e Bárbara Dapper estarão em Lima para representar o Brasil na final do Codificadas 2026. A prova presencial terá quatro horas, e a vencedora receberá o título de Top Coder da América Latina. A organização ainda vincula a premiação a oportunidades profissionais e acadêmicas junto à TCS, enquanto o portal oficial reúne informações sobre categorias e histórico da competição. A página oficial do Codificadas é o ponto indicado para consultar esses detalhes diretamente, sem perder de vista que a decisão será definida por uma prova de programação.
Até a etapa decisiva, o dado mais concreto permanece sendo a combinação entre alcance e representação: 12.000 participantes de 20 países deram escala à segunda edição, e duas estudantes da PUCRS levarão o nome brasileiro à disputa final. A história desta edição será fechada em Lima, onde a competição definirá a Top Coder regional depois de quatro horas de avaliação técnica. O resultado também permitirá verificar, na prática, como a edição dedicada à "A Geração IA" transforma seu tema em uma prova e quais participantes terão acesso às oportunidades profissionais, estágios e projetos acadêmicos anunciados pela organização.