O maior estande da história da Escola de Negócios e Seguros (ENS) ocupou 270 m² no 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado entre 27 e 29 de agosto de 2026, no Rio de Janeiro. Dentro da estrutura, o ENS Tech Village reuniu sete empresas com soluções tecnológicas voltadas ao mercado de seguros, enquanto outros espaços receberam palestras e entrevistas. O congresso aconteceu no ExpoRio Cidade Nova e colocou a transformação da distribuição de seguros no centro das conversas do setor. Para entender o que essa vitrine apresentou aos corretores, vale acompanhar como a ENS conectou tecnologia, qualificação e networking, termo usado para designar a criação de contatos profissionais, em um mesmo endereço. O relato da participação da ENS ajuda a reconstruir essa história.
Um congresso dedicado à mudança na distribuição
O evento foi promovido pela Fenacor sob o tema "A nova era da distribuição de seguros no Brasil", uma escolha que colocou a atividade do corretor diante de mudanças que ultrapassam a simples oferta de uma apólice. O congresso ocorreu entre 27 e 29 de agosto de 2026, no ExpoRio Cidade Nova, no Rio de Janeiro, local escolhido pela organização por sua acessibilidade e infraestrutura para receber o público do setor. A própria apresentação do encontro descreveu transformações comportamentais, legislativas e mercadológicas com impacto direto na atividade dos corretores. Assim, o espaço ocupado pela ENS não apareceu isolado da pauta principal: ele funcionou dentro de um congresso que discutia como o mercado está distribuindo seguros e como os profissionais precisam acompanhar essa mudança.
Esse recorte ajuda a traduzir por que a tecnologia ganhou tanto espaço na programação. Quando o tema do congresso relaciona novas formas de distribuição a mudanças no comportamento, na legislação e no mercado, uma solução tecnológica deixa de ser apresentada como uma peça distante da rotina e passa a ser examinada pelo efeito que pode ter sobre o trabalho do corretor. A ENS levou essa discussão para uma área de 270 m², mas também associou a apresentação de soluções à formação profissional e ao contato entre participantes. O resultado foi uma abordagem que ligou a ferramenta ao uso, aproximando a conversa sobre inovação das decisões comerciais e operacionais que fazem parte da atividade de seguros.
O ENS Tech Village transforma o estande em vitrine
Foi dentro dessa estrutura ampliada que o ENS Tech Village reuniu sete empresas com soluções tecnológicas para o mercado de seguros. O número dá dimensão ao papel reservado à área: em vez de concentrar o estande em uma única mensagem institucional, a ENS criou um espaço capaz de apresentar diferentes ofertas voltadas ao mesmo setor. As fontes não detalham os nomes das sete empresas nem especificam cada solução, mas registram que a tecnologia era o eixo do espaço. Para o corretor, essa organização facilita a comparação de propostas no próprio ambiente profissional, porque a conversa parte de necessidades do mercado de seguros e não de uma demonstração tecnológica sem conexão com a atividade.
Ao redor do Village, a ENS montou o TechSpace para palestras e o ENSCast para entrevistas, ampliando a função do estande para além da circulação entre expositores. A instituição também ofereceu descontos de até 40% em cursos, promoveu sorteios e lançou a coletânea "Tudo Sobre Seguros", identificada pela sigla TSS. Cada iniciativa cumpriu uma função diferente na experiência do visitante: as palestras organizaram a conversa, as entrevistas deram espaço à comunicação e os cursos aproximaram a tecnologia da qualificação profissional. A coletânea acrescentou uma frente de conteúdo ao encontro, mostrando que a vitrine da ENS foi montada para combinar contato, aprendizado e acesso a materiais sobre o próprio setor.
Seguradoras levam negócios e relacionamento ao evento
A presença de outras empresas mostrou que a tecnologia não ocupou o congresso sozinha, mas dividiu espaço com ações de relacionamento e informações comerciais. A Zurich Seguros destacou o crescimento de 11,2% do seu Canal Corretor no primeiro semestre de 2026, indicador apresentado pela companhia durante o evento. Nos dias 28 e 29 de agosto, a seguradora também realizou sorteios de três veículos Renault Kwid para congressistas que fossem corretores de seguros pessoa física com registro ativo na Susep. A combinação entre resultado de canal e ativação presencial revela uma estratégia voltada a manter a proximidade com os profissionais que participam da distribuição, conectando o dado divulgado à experiência concreta oferecida no congresso.
Na mesma direção de aproximação comercial, a AXA no Brasil reservou o dia 28 de agosto para salas de negócios dedicadas às demandas dos corretores. Esses espaços foram organizados para discutir produtos de seguros massificados, expressão usada para designar ofertas dirigidas a um volume amplo de clientes, com conversas sobre Auto Frota e Condomínio. A seguradora informou que a proposta era aprofundar o diálogo comercial com seus parceiros durante o congresso. Enquanto a ENS apresentou tecnologia e qualificação em seu maior estande, a AXA levou a negociação para salas específicas, mostrando duas maneiras de transformar a presença em um evento setorial em contato mais direcionado com o corretor.
A caixa de ferramentas deixada pela ENS
Depois de observar o tamanho do espaço e o conjunto de atividades, fica mais fácil separar o que era estrutura do que era utilidade prática. O ENS Tech Village ofereceu acesso a sete empresas com soluções tecnológicas, o TechSpace organizou palestras e o ENSCast abriu espaço para entrevistas. A oferta de descontos de até 40% em cursos acrescentou uma possibilidade direta de qualificação, enquanto a coletânea "Tudo Sobre Seguros" colocou conteúdo no centro da experiência. Para quem acompanha a modernização do setor, essa combinação funciona como uma caixa de ferramentas: conhecer soluções, ouvir discussões e buscar formação são caminhos apresentados pela própria programação da ENS, sem separar inovação da rotina profissional.
Por isso, o próximo passo para o corretor que quer aproveitar a lição do congresso é observar a tecnologia a partir de duas perguntas práticas: qual problema do mercado de seguros a solução pretende atender e que tipo de qualificação ajuda a aplicá-la com segurança? A resposta não precisa ser procurada em promessas abstratas, porque o encontro ofereceu referências concretas, como o espaço com sete empresas, as palestras, as entrevistas e os cursos com descontos. O evento também deixou registrado que mudanças comportamentais, legislativas e mercadológicas já afetam diretamente a atividade dos corretores. A ENS transformou seu estande em uma vitrine justamente ao aproximar essas mudanças de ferramentas, informação e aprendizado, dando ao profissional elementos para decidir o que merece ser incorporado à sua prática.