Mark Zuckerberg determinou que uma equipe reduzida da Meta desenvolva o aplicativo Arena, uma plataforma experimental de mercados de previsão semelhante a Polymarket e Kalshi. A ordem partiu diretamente do CEO e visa criar um produto independente de Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger, aproveitando os 3,56 bilhões de usuários diários da empresa. Diferente de iniciativas anteriores, o foco inicial seria um sistema de pontos em vez de apostas com dinheiro real, embora essa possibilidade não esteja descartada.

Da experiência anterior com o Forecast ao projeto Arena

A Meta já testou algo parecido quando lançou o Forecast em 2020, um app que permitia prever eventos e foi descontinuado dois anos depois. Agora, o novo esforço surge depois que Polymarket e Kalshi registraram 50 bilhões de dólares em negociações apenas em 2025 e ultrapassaram 130 bilhões neste ano. A repetição da tentativa mostra que Zuckerberg vê valor estratégico em mercados de previsão, mesmo após o fracasso anterior.

Reação interna e externa ao novo app

Os detalhes confidenciais sobre o desenvolvimento do Arena foram revelados anonimamente por dois funcionários com conhecimento do projeto, conforme relatado pelo repórter Mike Isaac. Do lado de fora, o senador Richard Blumenthal criticou publicamente os planos em uma postagem no X. A empresa optou por não comentar o projeto, que ainda está em fase de desenvolvimento e pode nem chegar a ser lançado.

O que muda para os usuários com o Arena

Se liberado, o Arena permitiria que pessoas testassem habilidades de previsão sobre eventos do dia a dia sem risco financeiro inicial, usando pontos como moeda. Isso difere do modelo atual de Polymarket e Kalshi, que já atraem volumes bilionários de apostas reais. A abordagem experimental reflete o desejo da Meta de testar o conceito antes de definir regras mais definitivas.