Jensen Huang, CEO da Nvidia, afirmou em 23 de maio de 2026, em Taipei, que a previsão de mercado de US$ 200 bilhões para os novos processadores centrais Vera inclui a China.
Confirmação durante chegada a Taipei
Durante a teleconferência de resultados de quarta-feira, Huang apresentou a nova linha de CPUs Vera como porta de entrada para um mercado de US$ 200 bilhões. Ao ser questionado por jornalistas no sábado, ele respondeu de forma direta: “Eu diria que sim”. A Nvidia já obteve licenças do governo dos EUA para vender os chips H200, mas ainda não recebeu aprovação das autoridades chinesas.
Importância do mercado chinês para a Nvidia
Huang foi enfático ao falar sobre o potencial da China: “O mercado chinês é muito importante. É muito grande, é claro”. A empresa está acelerando a produção da plataforma Vera Rubin, que combina CPUs e GPUs para data centers e sistemas avançados de inteligência artificial. A inclusão da China na projeção sinaliza otimismo mesmo diante das tensões comerciais entre Washington e Pequim.
Próximos passos na estratégia global
Com a produção em ritmo acelerado, a Nvidia busca atender a demanda global por processadores centrais otimizados para cargas de trabalho de IA. O movimento reforça a posição da empresa em um setor que cresce rapidamente e onde o acesso ao mercado chinês pode fazer diferença significativa nos próximos anos.