A promessa de um futuro com carros 100% autônomos talvez precise de um pequeno ajuste de rota. Em uma revelação que bugou muita gente, a Waymo admitiu que seus veículos não operam de forma totalmente independente, precisando de uma 'ajudinha' humana de vez em quando.

Durante uma audiência no Senado dos Estados Unidos, a empresa explicou que, em cenários mais complexos — como cruzamentos confusos, obras inesperadas ou aquele pedestre que parece não ter amor à vida —, os carros podem solicitar o auxílio de operadores remotos.

Mas calma, ninguém está dirigindo o carro com um controle de videogame. Esses profissionais analisam as imagens dos sensores e fornecem orientações, como indicar se é seguro avançar ou se é melhor esperar. A decisão final e a execução da manobra, no entanto, continuam nas mãos (ou nos algoritmos) da inteligência artificial do veículo.

Quer entender melhor como funciona esse modelo híbrido e o que ele representa para a evolução dos carros autônomos? Dê o play no vídeo e confira a discussão completa!