Parece piada, mas a notícia é real. Sergey Brin, um dos bilionários por trás da fundação do Google em 1998, está de volta e, segundo relatos, com uma proposta no mínimo controversa para seus engenheiros: trabalhar 60 horas por semana para desenvolver uma inteligência artificial que, no futuro, poderá substituir os próprios criadores.

A exigência, que soa quase como um roteiro de filme de ficção científica, tem um motivo claro: a acirrada corrida pela supremacia em IA. Após o sucesso estrondoso do ChatGPT da OpenAI, o Google sentiu a pressão e agora aposta todas as suas fichas no projeto Gemini para virar o jogo. Brin, que estava mais afastado das operações diárias, retornou para liderar essa ofensiva.

Mas qual é o preço dessa ambição? Seriam os funcionários da gigante da tecnologia forçados a construir as ferramentas de sua própria obsolescência? No vídeo acima, Ricardo Pupo Larguesa analisa essa polêmica e discute as implicações dessa medida drástica para o futuro do trabalho e da inovação no setor.